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segunda-feira, 9 de agosto de 2010


Está chegando a hora. É com muito carinho que convidamos você, seus amigos e quem mais desejar vir. Divulgue. Vamos celebrar! Contamos com você. Obrigado.

terça-feira, 3 de agosto de 2010


Participe da Comunidade d'A Tríade no Orkut e concorra a prêmios

terça-feira, 27 de julho de 2010

convite de lançamento A Tríade - qual segredo une o anjo, o templário e o vampiro?

quarta-feira, 26 de maio de 2010


NAZARETHE FONSECA LEU A TRÍADE!

“Arte, céu, terra e inferno se confundem nas palavras de um misterioso narrador”, com essas palavras, Nazarethe Fonseca define A Tríade.

Uma das mais bem sucedidas autoras de literatura fantástica da atualidade, Nazarethe Fonseca se viu surpresa com o convite do Quarteto da Tríade para examinar o romance. “Quando recebi a proposta para falar sobre o livro A Tríade, jamais imaginei que me depararia com tantas coincidências. Gosto das pinturas de Nicolas Poussin, que aparece como ponto central da história”, revelou a autora da saga Alma & Sangue, uma das mais densas aventuras vampirescas já publicadas no Brasil.

Ano passado, Nazarethe, que vive em Natal, veio a São Paulo para o lançamento do segundo episódio de Alma & Sangue, O Império dos Vampiros, e aproveitou para passear pela paulicéia ao lado de um de seus melhores amigos, o escritor e roteirista Eric Novello. No MASP deparou-se com uma obra de Nicolas Poussin completamente restaurada para exposição e se emocionou, pois é amante inveterada da arte. O que nos deixa super contentes, afinal, Poussin é um personagem chave em A Tríade. “Olhar uma pintura é sempre enveredar pela mente e sensações do artista que a criou, ler um livro é desvendar a mente daqueles que o escreveram”.

Nazarethe Fonseca, que se prepara para lançar neste ano, quem sabe, junto conosco, O Pacto dos Vampiros, terceiro episódio da saga do casal vampiro Kara Ramos e Jan Kmam, demonstrou especial interesse pelo fato de Poussin estrelar na obra, e a escritora a leu rapidamente. “Li-o em dois dias, mas bem poderia ter sido em um. A Tríade é um livro envolvente e cheio de uma mística que pouco se vê nos dias atuais”.

“Quatro escritores, três personagens, uma só voz. Os segredos do céu e da terra descortinados numa batalha onde o único vencedor é a fé. A narrativa leve e sem a pretensão de querer me pressionar a crer no invisível ali descrito me seduziu” (Nazarethe Fonseca)
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A Tríade
estréia em agosto nas livrarias. Os 4 autores marcarão presença no Fantasticon para noite de autógrafos, sábado, 28/08 às 18h na Biblioteca Viriato Corrêa, na Rua Sena Madureira, nº 298. Vila Mariana – SP.
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NAZARETHE FONSECA nasceu em São Luís, Maranhão. Começou a escrever aos 15 anos, após um sonho que se tornaria seu primeiro livro, uma trama policial. É autora da saga Alma e Sangue, iniciada com O Despertar do Vampiro (Aleph, 2008) e que prossegue em O Império dos Vampiros (Aleph 2009). Escreveu também Kara e Kmam, e publicou contos nas coletâneas Necrópole: Histórias de Bruxaria e Anno Domini. Mora atualmente em Natal, Rio Grande do Norte. Seu e-mail de contato é almaesangue@gmail.com.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Roma, 1630.
O gênio francês da pintura, Nicolas Poussin, recebe em seu ateliê um homem misterioso, cujo objetivo é narrar a história de uma guerra que remonta o princípio dos tempos e culmina no século XIV na Idade Média.

“Há uma tríade de personagens e a cada um cabe uma origem, uma existência e um fim. Porém há apenas um começo”.

Idade Média.
Em Paris, um anjo em prol de um plano antigo aconselha o ganancioso rei, Felipe, o Belo. Em Sardes, uma misteriosa batalha confirma a suspeita de que uma conspiração se levanta contra a venerável Ordem dos Cavaleiros Templários, colocando em risco a segurança de um segredo milenar. Na Perúgia, um vampiro desperta faminto de seu túmulo e ataca membros da poderosa Igreja Católica.

“Não vejo que relação pode haver entre anjos caídos, um templário e um vampiro!”

Na Cidade Alta.
Uma guerra, em outro mundo, em outra época, dá origem à peça-chave do que virá a se tornar um dos maiores quebra-cabeças que a humanidade já conheceu.

“Cabe a quem está contando, tornar relações implausíveis em histórias verossímeis. E a quem ouve, manter o espírito livre”.

Prepare-se! Quando A Tríade se reunir, o eixo será liberado. E o destino do mundo poderá estar nas mãos do Anjo, do Templário, do Vampiro... ou daquele que o encontrar primeiro.

“Não tema nada, a morte é o destino do homem”.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Escrevendo a Tríade - parte I

Por Octavio Cariello


O projeto da Tríade tinha já três anos quando conheci Claudio Brites e Carlos Andrade.
Claudio era amigo do Kizzy, que tinha sido meu aluno de roteiro na antiga Fábrica de Quadrinhos. Claudio frequentou minhas aulas de roteiro na Quanta Academia de Artes e me indicou como professor de desenho pro Carlos.
Depois de alguns meses, as relações se estreitaram e passamos a nos frequentar.
Numa das reuniões na casa do Carlos, fui apresentado à Tríade e ao impasse criado pela ascensão do Kizzy ao status de escritor conhecido.
Carlos havia preparado a parte do anjo, Mamon, Claudio animara-se em redigir centenas de páginas com as aventuras do templário, André de La Rochelle, e Kizzy desenvolvera as viagens de Juan Carlos Montoya, o padre que vira vampiro.
Originalmente, caberia ao Kizzy a tarefa de redator da versão final, homogeneizando as três vozes, de alguma maneira, díspares dos autores.
Com as obrigações remuneradas de escritor e organizador de coletâneas, restava pouco tempo e energia ao Kizzy para empregar na finalização do romance.
Os autores divulgaram sua ideia nas malhas da Internet, criando muita expectativa quanto ao romance finalizado; suas vidas, entretanto, foram tomando rumos que, aparentemente, distanciavam-se do destino do projeto que lhes era tão caro.
Depois de muita energia, esforço e dedicação, a Tríade parecia fadada a permanecer muito guardada.
Demonstrei interesse em fazer parte do projeto e assumir a redação final. O trio original de autores ficou animado e me forneceu todos os documentos coligidos e referências usadas na confecção de seus manuscritos.
Levei uns dois meses analisando cada mapa, cada livro, cada referência. Li e reli os manuscritos umas três vezes. Depois de uma reunião no café da Livraria Cultura, passei a fazer minhas próprias pesquisas e desenvolver uma história de moldura que fizesse jus às narrativas desenvolvidas por Carlos, Claudio e Kizzy.
Uma vez que os autores concordaram com minhas ideias, iniciei o primeiro esboço. O romance contaria com Um personagem misterioso que iria narrar, na Roma do século XVII, para um dos pintores franceses mais influentes, as aventuras acontecidas com a Tríade original, desde o início dos tempos até a Europa do século XIV. Para manter a estrutura em trígonos, imaginei um capítulo final, um desfecho acontecendo na contemporaneidade do século XXI; pouco mais de três séculos separariam cada instância do romance pontuado por acontecimentos históricos concretos.
A Nicolas Poussin (e ao leitor, em paralelo) seriam revelados os fatos que podem responder a pergunta que originou a Tríade: qual segredo uniria o anjo, o templário e o vampiro?
depois de muitos ajustes, feitos pro Claudio Brites, Carlos Andrade e Kizzy Ysatis, a Tríade, enfim, está pronta e, em breve, você poderá procurar pela resposta nas páginas do nosso romance feito a oito mãos.




Como surgiu A Tríade?


É complexo dizer como uma idéia surge. Como professor, por muitos anos, procurei instigar os jovens a escrever, buscando formas diversas de criar oportunidades para a sua realização. No entanto, tudo que escrevi até o momento estava relacionado à produção acadêmica do conhecimento em minha área, embora tivesse vontade de me voltar para a produção literária. Fui sempre um apreciador da ficção e, numa noite, sonhei com três personagens que me fascinaram em minhas leituras: um Anjo, um Cavaleiro Templário e um Vampiro. Ao acordar sobressaltado e envolto nas imagens que ainda se refletiam do sonho, pensei em escrever sobre elas. Surgiu então A TRÍADE ©.


Convidei os escritores Claudio Brites, Kizzy Ysatis e Octavio Cariello para compartilharem comigo desse projeto. Assim cada um de nós assumiria um papel; visões diferentes que se envolveriam numa trama densa que ia da idade média aos dias atuais.


Parece não haver coerência na união dessas personagens. Elas sempre permearam espaços próprios ou singulares. Agora é a hora do encontro. Você pode imaginar o que poderá resultar desse encontro?


A Tríade entrará em cena brevemente e aproveitamos o momento para convidar-lhe, desde já, a conviver conosco nesse mundo no qual o consciente e o inconsciente se tocam; passado, presente e futuro se mesclam e o imaginário é construído como reflexo dos anseios e sonhos humanos.