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quarta-feira, 26 de maio de 2010


NAZARETHE FONSECA LEU A TRÍADE!

“Arte, céu, terra e inferno se confundem nas palavras de um misterioso narrador”, com essas palavras, Nazarethe Fonseca define A Tríade.

Uma das mais bem sucedidas autoras de literatura fantástica da atualidade, Nazarethe Fonseca se viu surpresa com o convite do Quarteto da Tríade para examinar o romance. “Quando recebi a proposta para falar sobre o livro A Tríade, jamais imaginei que me depararia com tantas coincidências. Gosto das pinturas de Nicolas Poussin, que aparece como ponto central da história”, revelou a autora da saga Alma & Sangue, uma das mais densas aventuras vampirescas já publicadas no Brasil.

Ano passado, Nazarethe, que vive em Natal, veio a São Paulo para o lançamento do segundo episódio de Alma & Sangue, O Império dos Vampiros, e aproveitou para passear pela paulicéia ao lado de um de seus melhores amigos, o escritor e roteirista Eric Novello. No MASP deparou-se com uma obra de Nicolas Poussin completamente restaurada para exposição e se emocionou, pois é amante inveterada da arte. O que nos deixa super contentes, afinal, Poussin é um personagem chave em A Tríade. “Olhar uma pintura é sempre enveredar pela mente e sensações do artista que a criou, ler um livro é desvendar a mente daqueles que o escreveram”.

Nazarethe Fonseca, que se prepara para lançar neste ano, quem sabe, junto conosco, O Pacto dos Vampiros, terceiro episódio da saga do casal vampiro Kara Ramos e Jan Kmam, demonstrou especial interesse pelo fato de Poussin estrelar na obra, e a escritora a leu rapidamente. “Li-o em dois dias, mas bem poderia ter sido em um. A Tríade é um livro envolvente e cheio de uma mística que pouco se vê nos dias atuais”.

“Quatro escritores, três personagens, uma só voz. Os segredos do céu e da terra descortinados numa batalha onde o único vencedor é a fé. A narrativa leve e sem a pretensão de querer me pressionar a crer no invisível ali descrito me seduziu” (Nazarethe Fonseca)
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A Tríade
estréia em agosto nas livrarias. Os 4 autores marcarão presença no Fantasticon para noite de autógrafos, sábado, 28/08 às 18h na Biblioteca Viriato Corrêa, na Rua Sena Madureira, nº 298. Vila Mariana – SP.
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NAZARETHE FONSECA nasceu em São Luís, Maranhão. Começou a escrever aos 15 anos, após um sonho que se tornaria seu primeiro livro, uma trama policial. É autora da saga Alma e Sangue, iniciada com O Despertar do Vampiro (Aleph, 2008) e que prossegue em O Império dos Vampiros (Aleph 2009). Escreveu também Kara e Kmam, e publicou contos nas coletâneas Necrópole: Histórias de Bruxaria e Anno Domini. Mora atualmente em Natal, Rio Grande do Norte. Seu e-mail de contato é almaesangue@gmail.com.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

A TRÍADE: PROMOÇÃO METADE DO LIVRO

BAIXAR O 1º CAPÍTULO É BOM, MAS BAIXAR METADE DO LIVRO É BEM MELHOR.


Dia 28 de julho a editora Terracota enviará por e-mail um arquivo PDF com a metade do livro A Tríade para você conferir.

Ler o primeiro capítulo de um livro sempre é ótimo para instigar a curiosidade, mas não dá para avaliar o conteúdo e ver se a história é boa e se a leitura vale à pena. Por isso agora você poderá baixar metade do livro A TRÍADE para ficar de fato interado com a aventura e assim poder decidir se gosta ou não da obra.
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Para receber o arquivo basta se tornar seguidor do Blog de A Tríade e/ou Terracota e deixar seu e-mail em um comentário. Não é sorteio, todos que seguirem o Blog e deixarem o e-mail no comentário receberão.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010


NELSON DE OLIVEIRA LEU A TRÍADE


"É um livro mágico!" declarou o autor de Subsolo Infinito "O mito das hierarquias celestes, dos anjos e arcanjos se misturando com os homens e as mulheres, sempre me cativa”

O notável Nelson de Oliveira leu A Tríade, bem como estão lendo outros respeitados escritores que também receberam o manuscrito. Foi com muita alegria que O Quarteto da Tríade (Carlos, Claudio, Cariello, Kizzy) recebeu o texto empolgado do premiado escritor. Nelson é quem agora assina o texto das orelhas do livro; um texto que nos levou às lágrimas.

“A literatura brasileira contemporânea carece de épicos. De sagas que fujam da rotina intimista tão corrente na produção nacional, que vagueiem por outras veredas que não a da classe média sufocada, da elite desacreditada, da pobreza já tão denunciada nos jornais e no cinema”.

Eu principalmente, por ser autor do fantástico, me senti recebido com palmas por uma referência na nossa literatura, o autor e resenhista da Folha, que ficou famoso por escrever mainstream (ficção realista) faz da Tríade um desabafo sincero e belo de quem está um pouco saturado de toda essa realidade, como também se lê no trecho:

“A literatura nacional precisa urgentemente mostrar que o sonho não acabou, que a infelicidade e o pessimismo têm limites e o impossível só se tornará possível por meio da pura fantasia. Ou os autores continuarão perdendo lugar no coração dos leitores, para a tevê, os games e a produção internacional.

“Porque, ao contrário do que se afirma por aí, no Brasil não se lê pouco. No Brasil se lê pouco a literatura feita aqui, pelos brasileiros, cujas narrativas de matrona pouco criativa repetem de forma enfadonha o que já estamos cansados de saber: a realidade é pequena.

“A Tríade é um épico e todo épico gosta de afirmar: a realidade é mágica.

“A Tríade fará muita gente voltar a acreditar que é possível, sim, uma literatura brasileira que, sem abrir mão da qualidade literária, não tenha medo de contar uma boa história, de resgatar um pouco das narrativas eletrizantes que nos faziam sonhar quando moleques”.
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Mais adiante publicaremos aqui o texto do Nelson na íntegra.
É isso, queridos, anotem já na agenda a data de lançamento: sábado, 28 de agosto de 2010 no FANTASTICON (pra quem não sabe, o maior evento de literatura fantástica da América Latina) que ocorre na Biblioteca Viriato Corrêa.

Nelson de Oliveira nasceu em 1966, em Guaíra, SP. Escritor e doutorando em Letras pela USP, publicou mais de vinte livros para adultos e crianças, entre eles Naquela época tínhamos um gato (contos, 1998), Subsolo infinito (romance, 2000), O filho do Crucificado (contos, 2001, também lançado no México), A maldição do macho (romance, 2002, publicado também em Portugal), Verdades provisórias (ensaios, 2003) e O oitavo dia da semana (romance, 2005). Em 2001 organizou a antologia Geração 90: manuscritos de computador e em 2003, Geração 90: os transgressores, com os melhores prosadores brasileiros surgidos no final do século XX. Desde 2003 coordena oficinas de criação literária para escritores diletantes, com obra ainda em formação, e pessoas interessadas em aprimorar suas habilidades no uso da linguagem literária. Colabora regularmente com o jornal Rascunho (PR) e com o caderno Idéias & Livros, do Jornal do Brasil (RJ). Dos prêmios que recebeu destacam-se o Casa de las Américas (1995), o da Fundação Cultural da Bahia (1996) e duas vezes o da APCA (2001 e 2003).

terça-feira, 6 de abril de 2010

Na tríade que une o Anjo, o Templário e o Vampiro, é importante apresentar essas três ricas figuras na exata forma em que brilham nessa trama.

O Anjo
Esse ser mitológico que ecoa nas religiões desde a origem dos tempos, cuja forma cabe a homens e mulheres de fé engendrar, co-existe, normalmente, assim na Terra como no Céu, com outros anjos e entre homens sem ser percebido. E, diferente do que se enganam alguns, os anjos possuem livre arbítrio. Aqui um deles possuirá destacado papel como alguém tão poderoso a ponto de ser capaz de soprar os rumos de alguns homens, reis e, por consequência, seus reinos. Moldando, dessa forma, o destino de toda humanidade.

O Cavaleiro Templário
Esse homem lendário que ecoa na História há séculos, cuja coragem é tão atraente quanto os mistérios que o envolveram, dedicou sua espada e a própria vida a sua Ordem. Salienta-se que, a antiga Ordem dos Templários, não era apenas uma das maiores ordens militar-religiosas da História, mas sim, a maior de todas elas. Porque o fim máximo de sua existência era o de buscar, encontrar e defender, longe de olhos maléficos, os maiores segredos da humanidade. Tesouros mais fundamentais ao homem que o próprio ouro.


Por último e não menos importante: algo pavoroso e às vezes belo, repugnante e abjeto aos olhos humanos, surgirá nessas páginas. Uma astuta entidade sobrenatural noctâmbula.

O vampiro
Essa quimérica criatura noturna, que ecoa no imaginário de todos os povos do mundo, desde eras imemoriais, cujos relatos são os mais antigos, os mais diversos, e até mesmo dos que os do próprio diabo, é, além de mítica, também mística. Diferente do que se defende em algumas equivocadas convenções, o vampiro é oriundo da magia e sua natureza não é biológica. Em última analise, não é um vírus, bactéria ou qualquer tipo de praga que possa vir a contaminar. Tampouco se trata de uma outra espécie diferente da humana. O vampiro é apenas um homem imbuído de uma condição mística. Jamais possuirá, portanto, uma natureza fixa por se tratar de um ser da sobrenatureza. E nesse reino se foge à razão e não existem limites para o improvável e o impossível.


Três distintas personagens, que venceram a morte e o esquecimento, sendo assim, imortais, cada um a seu modo e fazendo casa na imaginação, diluem-se nessas linhas que ousaremos simplesmente chamar de A Tríade.

quinta-feira, 1 de abril de 2010





Como surgiu A Tríade?


É complexo dizer como uma idéia surge. Como professor, por muitos anos, procurei instigar os jovens a escrever, buscando formas diversas de criar oportunidades para a sua realização. No entanto, tudo que escrevi até o momento estava relacionado à produção acadêmica do conhecimento em minha área, embora tivesse vontade de me voltar para a produção literária. Fui sempre um apreciador da ficção e, numa noite, sonhei com três personagens que me fascinaram em minhas leituras: um Anjo, um Cavaleiro Templário e um Vampiro. Ao acordar sobressaltado e envolto nas imagens que ainda se refletiam do sonho, pensei em escrever sobre elas. Surgiu então A TRÍADE ©.


Convidei os escritores Claudio Brites, Kizzy Ysatis e Octavio Cariello para compartilharem comigo desse projeto. Assim cada um de nós assumiria um papel; visões diferentes que se envolveriam numa trama densa que ia da idade média aos dias atuais.


Parece não haver coerência na união dessas personagens. Elas sempre permearam espaços próprios ou singulares. Agora é a hora do encontro. Você pode imaginar o que poderá resultar desse encontro?


A Tríade entrará em cena brevemente e aproveitamos o momento para convidar-lhe, desde já, a conviver conosco nesse mundo no qual o consciente e o inconsciente se tocam; passado, presente e futuro se mesclam e o imaginário é construído como reflexo dos anseios e sonhos humanos.